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"Abastecer o Brasil com cultura, não há dinheiro que pague"

Nesse segundo podcast eu entrevistei 3 donos de sebos, localizados no centro de São Paulo. Após, poucos minutos de conversa com eles, descobri o que os movia verdadeiramente para terem seus negócios: o amor.

Conheça histórias de animais salvos pela adoção

Há 14 anos, eu e meus pais fomos conhecer um cachorrinho abandonado. A ideia era só dar uma olhada, mas depois que vimos o Samuca pela primeira vez, nos apaixonamos. Desde então, não houve um momento de arrependimento na adoção do nosso cachorrinho. Mas, com certeza, não é isso o que acontece com muitas famílias brasileiras.  Segundo a Organização Mundial da Saúde, existem 30 milhões de animais abandonados no Brasil. Para entender os motivos desses abandonos, que não param de acontecer, conversei com a Janaina Dornelas, que é membro da ONG Avama. “A falta de conscientização existe quando a pessoa é mais velha. Ela não foi ensinada e não tem um respeito por aquele animal. Às vezes, a pessoa engravida e acha que não precisa mais ter um cachorro ou um gato. Ou o cachorro late muito, começa a fazer muito cocô. Em áreas mais carentes tem muito animal abandonado, existe muita procriação e as pessoas não se importam muito com isso.”  A ONG, que existe há quase cinco anos, foi fu...

Qual é a influência dos pais sobre a escolha profissional dos filhos?

Para fazer essa reportagem eu conversei com a Tatiana Bueno, que é psicóloga e especialista em neuropsicóloga e reabilitação cognitiva para entender como as pessoas escolhem as suas profissões e quais são os papéis dos familiares para ajudar nessas escolhas. E para ilustrar a matéria, eu conversei com a Nathalia Casares, publicitária e com o Henrique Calcante Veiga , que está terminando o técnico de informática.

Meu primeiro podcast

Enquanto eu era estudante de jornalismo, eu fiz as minhas únicas e últimas reportagens em áudio. Por isso, eu resolvi fazer uma matéria em formato de "podcast", para relembrar o que já tinha aprendido sobre esse formato de reportagem e para aprender um pouco mais. E eu escolhi o tema de cuidados paliativos porque tinha muita curiosidade em saber como era feito esse tipo de tratamento. Confira agora, o resultado desse trabalho:

Produzindo matérias de TV no mundo da tecnologia

Durante a minha primeira experiência como jornalista formada, eu aprendi a produzir matérias com um tema bem especifico pela primeira vez, já que em todas as vezes em que eu tinha desenvolvido pautas, elas tinham temas bem genéricos. No início, foi um grande desafio aprender a pensar em pautas da editoria tecnologia, que realmente fossem interessantes e que ainda não tinham sido feitas. Mas com o passar do tempo, foi ficando divertido e recompensador achar temas, fontes e marcar entrevistas voltados para um público e tema que eu mal conhecia. Além de pensar em pautas para o programa semanal, eu também produzia imagens para publieditoriais. Produzir pautas faz parte do que eu sou como pessoa e jornalista. Eu tenho ideias o tempo todo, gosto muito de descobrir novas histórias e o momento de achar o personagem ideal para cada matéria é uma sensação muito recompensadora e desafiadora.

De leitora compulsiva a aprendiz de youtuber

Como meu amor pelos livros me levou a apresentar dicas de leitura no YouTube  A leitura sempre me fascinou pelo seu poder de me levar a lugares desconhecidos, de conhecer pessoas e personagens extraordinários, aprender novas culturas, me levar a sentir amor, raiva, indignação e esperança em minutos, e por fazer tudo isso sem precisar me tirar do lugar. Além de tudo isso, os livros me ensinaram, e ensinam cada dia mais, que certos presentes não têm preço, porque os reais que pagamos em livros são superados pelo valor do conhecimento, transformações e lições de vida que eu aprendo a cada fim de um livro. As leituras me levam tanto, literalmente, para outros lugares que eu já perdi as contas de quantas vezes esqueci de descer na estação do trem ou no ponto de ônibus certos, ou que perdi o tal ônibus que me levaria para o trabalho ou para casa. E das vezes (não me orgulho) em que eu andava pelas ruas de cabeça baixa, lendo o livro em minhas mãos, com o risco de bater e...

Cresce o número de brasileiros que acham a grama do país vizinho mais verdinha

Desde a adolescência, Patrícia Lima tem o sonho de morar fora do Brasil, assim como milhões de brasileiros: “Eu sempre tive isso, nunca me encaixei com a cultura brasileira, tudo o que eu escuto é em inglês”. Cada vez mais, esse desejo coletivo de sair definitivamente do país está se tornando realidade. Entre 2011 e 2015, houve um crescimento de 67% nas declarações de saídas da Receita Federal, isto é, 50.905 pessoas não vivem mais em solo brasileiro. E quais seriam os motivos para essa crescente saída? A inflação que permanece alta? A economia brasileira que não tem inspirado a confiança? O trânsito e a lotação nos transportes públicos? Para a família de Thayna Orosco, as razões para essa mudança foram o estresse do trabalho e uma sequência de três assaltados que a matriarca sofreu no final de 2014. Thayna e a mãe Luciana Mello em Portugal Mas morar em outro país não tem sido fácil para Thayna, de 20 anos. “Muitas vezes nos sentimos sozinhos e pensamos: será que isso tu...